14 torres de cultivo vertical
Estruturas de nove andares transformam 600 m² de piso em 5.400 m² de área plantada. Cada andar tem seu próprio microclima, ajustado por cultura — a rúcula gosta de mais frio que o manjericão, e a torre sabe disso.
Cultivamos alface, rúcula, ervas e microverdes em torres hidropônicas iluminadas por LED e monitoradas folha a folha. Sem agrotóxico, com 95% menos água — e colhidas no mesmo dia em que chegam à sua cozinha.
Sensor da torre 7pH 6,1 · 21,4 °C
Próxima colheitahoje, 5h10
No nosso galpão na Estrada da Rhodia, a lavoura cresce para cima: cada torre rende em nove andares o que um canteiro renderia em um. O resultado é folha o ano inteiro, chova ou faça sol lá fora.
Estruturas de nove andares transformam 600 m² de piso em 5.400 m² de área plantada. Cada andar tem seu próprio microclima, ajustado por cultura — a rúcula gosta de mais frio que o manjericão, e a torre sabe disso.
A água corre em canais NFT, leva os nutrientes até a raiz e volta para o reservatório — nada escorre para o solo. Um pé de alface nosso bebe cerca de 1,2 litro na vida inteira; no campo aberto, seriam mais de 25.
São 240 sensores medindo pH, condutividade, temperatura e umidade a cada 30 segundos. Quando algo sai da curva, a equipe recebe o alerta no celular antes de a planta sentir — e o histórico de cada lote fica registrado da semente à entrega.
As placas solares sobre o galpão geram 62% da energia que os LEDs de espectro completo consomem. É a luz do sol de Campinas, redistribuída andar por andar — inclusive nos dias nublados.
Nossas folhas saem da torre com raiz e torrão sempre que a espécie permite: duram mais na geladeira e chegam à mesa com o crocante de quem acabou de ser colhida. Tudo em embalagem compostável.
Colhida com raiz e torrão: dura até dez dias na geladeira sem murchar. A queridinha das padarias do Cambuí.
R$ 5,90 · unidadeAlface roxa, acelga baby e mostarda, já lavadas com água de osmose. Abriu, temperou, serviu.
R$ 12,90 · 200 gPicância na medida, sem a terra e a areia da rúcula de campo. Cresce em 24 dias, do berçário à colheita.
R$ 6,50 · maçoVendido no vasinho: cheiro de pesto na cozinha por semanas. Basta regar e colher folha por folha.
R$ 7,90 · vasoO acabamento que faltava no prato — colhidos a tesoura, sob encomenda, na madrugada da entrega.
R$ 14,90 · bandeja 80 gCresce em água corrente, como manda a tradição — só que a oito metros do chão e longe de qualquer enxurrada.
R$ 6,90 · maçoPreços de balcão — junho de 2026. Para restaurantes e varejo, a tabela por volume vale mais a pena: peça no orçamento.
Hoje, 126 restaurantes, empórios e hortifrútis da região de Campinas recebem nossas folhas antes do primeiro café coar. Funciona assim:
Pelo WhatsApp comercial ou pelo painel do parceiro. Sem pedido mínimo nas entregas programadas.
Entre 4h30 e 6h, a equipe colhe exatamente o que foi pedido. Nada vai para a câmara fria esperar.
Nossos furgões refrigerados rodam, em média, 12 km até o cliente — não os 300 km da folha de atacadista.
Folha conferida no recebimento. Se algo não estiver à altura, trocamos no mesmo dia, sem burocracia.
“A rúcula chega de pé, com raiz, parecendo que foi colhida na minha frente. Tirei a folha murcha do cardápio de vez.”
Folha que não viaja não amassa, não desperdiça e não queima diesel. Estes são os números do nosso ciclo de 2025 — auditados, não estimados.
menos água que o mesmo cultivo em campo aberto
de folhas colhidas por ano, sem um grama de agrotóxico
de percurso médio até o cliente — contra ~300 km da folha de atacadista
restaurantes, empórios e hortifrútis parceiros na região metropolitana
Indicadores do ciclo de 2025, verificados pela certificadora Ecocampo (relatório nº 2025-117). Sobras de colheita viram doação semanal ao Banco de Alimentos de Campinas.
Por que a alface viaja 300 km para chegar a uma cidade cercada de universidades e tecnologia? Em 2019, a agrônoma Marina Esteves e o engenheiro Caio Nakamura alugaram meio galpão em Barão Geraldo, montaram uma torre com 40 pés de alface e foram bater na porta dos restaurantes do Cambuí.
Hoje somos 23 pessoas, 14 torres e uma certeza: o futuro da comida fresca não está mais longe do prato — está a 12 quilômetros dele.
Cofundadora e diretora-geral · Engenheira agrônoma (Esalq/USP)
Cofundador e diretor de tecnologia · Engenheiro de automação (Unicamp)
Chefe de cultivo · Bióloga, guardiã do berçário de mudas
Comercial e parcerias · O número que os chefs salvam no WhatsApp
Conte o tamanho da sua operação e a gente monta uma cesta de teste — a primeira entrega é por nossa conta. Resposta em até um dia útil.
🌿 Visitas à fazenda acontecem às sextas, às 10h, com colheita guiada e prova de microverdes. Agende pelo telefone — crianças são muito bem-vindas.